Diiiing... Diiiing... Diiiing. Confusa, Elis se levantou. A cabeça doía, o quarto girava. Thump. Bateu a canela no pé da cama. Onde estava sua blusa? Quem era aquele deitado em sua cama? Diiiiiiing, diiiiiiing. Que merda, pensou, quem era à essa hora da manhã? Pela janela o sol inundava o quarto, olhou para o relógio na parede, três e vinte. Droga, deve ser minha mãe. Ei, Ei, acorda, acorda, já acabou sua diária, você tem que ir. Elis balançou o corpo do desconhecido dormindo em sua cama. Isso, isso, levanta, pega suas tralhas e vai embora! Foi empurrando o sujeito até a porta dos fundos, abriu a porta. Ei, não esquece a cueca, e jogou o pedaço de pano que estava em cima do liquidificador antes de fechar a porta.
Elis, você está aí? Eu sei que você está, eu ouvi sua voz. Abre a porta! Diiiiiiiiing. Já vou mãe, já vou...
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